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| PARCERIA ACB/RJ
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| PROJETO VILA SOLIDÁRIA |
| DEPOIMENTOS |
O trabalho de cooperação núcleo Vila do João realizado desde o dia dia 6 de abril com os artistas Arnold Juma e Patricia Odindo vem sendo muito proveitoso para os artistas da Ação Comunitária do Brasil. Diante da experiência o diário da cooperação coletou depoimentos sobre a interação e prática dos Quenianos no segundo dia de cooperação. |
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Nathalie de Oliveira Nascimento - Achei muito interessante, pois aprendi novas técnicas, principalmente, com a simbologia, os desenhos contam através dos símbolos a história cultural e mística dos quenianos. A jovem artista disse ainda que o que mais gostou, foi a técnica feita com a folha de uma erva. Esta erva é pincelada com tinta e depois e colocada em uma folha ou tecido como se fosse um carimbo. Ela ainda disse que está muito feliz de poder participar e aprender tantas coisas legais
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Leonardo Martins declarou que gostou da aula de desenho, porém seu interesse é maior pelas técnicas de Batik e Tie-Dye. “De tudo o que aprendi hoje, o que mais gostei, foi a técnica elaborada a partir da folha de uma erva, nunca imaginei que pudéssemos criar coisas tão interessantes a partir de objetos tão simples”.
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Já o Elcio Silva Sobrinho, Nei, declarou que mesmo independente de ter participado da aula ministrada pelos quenianos em 2006, quando estiveram na ACB/RJ, sempre tem algo novo para que possamos aprender, gostei muito da técnica do Batik feita com Lonita Crua, igual aquela pintura que o Juma presenteou a Superintendente da ACB, ficou lindíssima, declarou Nei.
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O Antonio Edson Tcharles B Cipriano, conhecido como Tcharles, disse que aprendeu muito a cerca da cultura queniana, através das técnicas apresentadas e ressaltou o contraste entre técnicas industrias feitas aqui e as técnicas artesanais feitas manualmente pelos quenianos e o quanto o trabalho fica bonito. “Fiquei muito impressionado com a diversidade cultural existente no continente africano e o quanto se sentiu enriquecido com aula ministrada”.
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Já Paulo Leandro declarou ter aprendido bastante, e também afirmou que um dos momentos mais importantes foi em relação ao intercâmbio cultural. “Espero que seja proveitoso para todos nós, pois é uma oportunidade de fortalecimento profissional. Com toda certeza, essa aula aguçou minha criatividade, não vejo a hora de colocar todas essas idéias que adquiri em prática”, relatou o artista brasileiro.
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Maria de Fátima, ceramista do grupo de produção Cerâmica Negra da Maré. Nós tínhamos muitas dificuldades em fazer esculturas, principalmente relacionado à estrutura óssea da face, os olhos, sempre que produzíamos uma peça, só fazíamos o corpo, por conta desta dificuldade. Para Maria de Fátima com a ajuda do Juma, além de aprimorar o que já conhecíamos aprendemos a moldar um rosto com riqueza detalhes.
“Ele nos ensinou como fazer um olho perfeito e a valorizar os traços do rosto, não esquecendo nunca de expressar na peça o valor cultural agregando uma identidade, Para que ao estar em contato com a peça, as pessoas identifiquem a originalidade”. Ela declarou ainda que nunca teve o menor conhecimento sobre a cultura do povo africano, achou muito interessante os ensinamentos e está levando tudo o que aprende para casa, para seus familiares.
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Nilde Baldez, também ceramista do grupo de produção. “Tirei muitas dúvidas, aprendi a fazer um rosto, já havia tentado fazer, mas não tive êxito. Agora sim aprendi e não vejo a hora de por em prática. Quero produzir várias esculturas, só que desta vez com rosto”.
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Valério Rodrigues - Mestre em Design, "Esta experiência é muito enriquecedora, pois esta troca de conhecimento entre pessoas com curiosidade de aprender novas técnicas é bastante interessante" O professor normalmente apresenta técnicas que tem motivos urbanos, designs como o grafite etc, mas para a cooperação, escolheu motivos étnicos: "Muito bom esse relato sobre os costumes e tradições, porque sempre existem elementos novos que os livros não abordam".
Ele ainda disse que é interessado nesta área de costumes e tradições africanas, mas que ouviu muitas novidades e questões que desconhecia.
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Signey dos Santos, 65 anos aluna da oficina de moda, declarou que não podia imaginar que a esta altura da vida iria viver uma experiência tão maravilhosa quanto esta. “Aprendi muito sobre a cultura, algo que para mim é muito novo. Apesar de fazer parte da faculdade da terceira idade na UERJ, onde tenho a oportunidade de participar de várias oficinas, nunca tive uma experiência tão enriquecedora como esta”.
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Fernanda de Oliveira, 27 anos, - Apesar de estar fazendo parte do curso de gastronomia, estou aprendendo muitos com os Quenianos, tanto que irei me inscrever para o curso de serigrafia amanhã. As técnicas são ótimas, simples e de fácil aprendizagem. Com certeza dá pra ganhar um dinheirinho extra e com isto aumentar a renda da minha família, sem contar que todas as técnicas que aprendi são novidades para mim, principalmente o Batik. Declarou a educanda.
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Wallace Rivera, 17 anos. - Estou curtindo bastante, pois apesar de ter nascido aqui, nunca fiz curso na ACB/RJ. É a primeira vez e iniciar com uma experiência como esta, acaba se tornando um incentivo para que eu retorne sempre a procura de outras oportunidades. Estou inscrito na oficina de gastronomia, porém nada impede de adquirir novos conhecimentos ao contrário acrescenta mais.
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Adriano da Silva, Educador da oficina de serigrafia. - Quando o Juma e Patrícia estiveram aqui em 2006, achei que tivesse aprendido tudo sobre batik e tie-dye, porém a verdade e que nunca sabemos tudo. Agora mais uma vez com eles, pude ver isto na prática. Eles trouxeram técnicas que eu ainda não conhecia como a xilogravura feita com folhas naturais, a pintura através da técnica de stencil e também o tié-die feito com agulha e linha de nylon. Foi realmente muito proveitoso, pretendo replicar estas novas técnicas com meus educandos.
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Victor Mario, colombiano, morador da Cidade Alta e educando da oficina de serigrafia relatou que sempre procurando me aproximar da cultura de outros países. “Com toda certeza muito importante para mim, ter participado deste work shop. De tudo o que aprendi, o que mais me chamou a atenção foi a aula sobre o tie-dye. É preciso agora continuar praticando e nos posicionar como coadjuvantes e no futuro deixar o artista que existe em todos nós atuar com segurança e certeza de trabalho bem sucedido”.
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