| MENU
PRINCIPAL |
|
|
| PARCERIA ACB/RJ
|
|
|
|
|
|
|
|
| DESTAQUE |
| |
"Eu dizia que não ia sair do Maranhão pra me sujar com barro aqui. Com a renda da oficina de cerâmica da ONG Ação Comunitária do Brasil/RJ, passei a ajudar nas despesas da casa e a depender menos do marido na questão financeira. Antes tinha uma cobrança, 'cadê o troco?' Isso é muito ruim para uma mulher". Conta a ceramista Clenilda Silva, de 29 anos, que entrou na oficina pela insistência da filha.
Exemplos como este surgem a cada dia, mesmo quando o participante ainda não sabe que faz economia solidária. O conceito que surge a partir da crítica ao desenvolvimento que produz riquezas gerando miséria, subordinando e explorando o trabalho e a natureza também pode ser discutido dentro do Fórum Popular de Economia Solidária www.fbes.org.br (fórum@fbes.org.br) ou dentro de fóruns estaduais.
A Economia Solidária também incorpora as dimensões culturais, étnicas e ecológicas da sustentabilidade do desenvolvimento em que, a produção, a distribuição e a prevenção dos recursos naturais e sociais são parte de um processo de emancipação da economia comum. A prática da economia solidária está atrelada ao processo de comércio justo e à conscientização do consumidor.
| Como identificar princípios e características da economia solidária: |
Cooperação: Existência de interesses e objetivos comuns, união dos esforços e capacidades, propriedade coletiva parcial ou total de bens, partilha dos resultados e responsabilidade solidária.
Autogestão: exercício de práticas participativas nos processos de trabalho, tomadas de decisão, direção e coordenação das ações.
Atuação econômica: viabilidade econômica para motivar a agregar esforços e recursos pessoais e outras organizações para produção, beneficiamento, crédito, comercialização e consumo.
Solidariedade: na justa distribuição dos resultados alcançados, no respeito ao meio ambiente, nas relações com movimentos sociais e populares emancipatórios e no bem-estar dos consumidores. |
Comércio Solidário
O Comércio Solidário ou “Comércio Justo” é a tradução para o Português da expressão Fair Trade, que significa uma parceria entre produtores e consumidores, buscando ultrapassar as dificuldades de comercialização, para garantir o seu acesso ao mercado e promover o processo de desenvolvimento sustentável.
O comércio solidário procura criar os meios e oportunidades para melhorar as condições de vida e trabalho dos produtores, especialmente os pequenos produtores desfavorecidos; nele está previsto uma relação mais justa entre consumidores e produtores o que garantiria um pagamento justo pelos seus produtos ou serviços prestados.
Nesse modelo de comercialização, a proposta da ligação do consumidor com o produtor não é apenas mercadológica, envolvendo conscientização dos meios de produção, transparência na composição do preço e sustentabilidade do pequeno produtor.
Como os consumidores passaram a considerar os valores humanos, a contribuição das empresas ao bem-estar social e à preservação do meio ambiente são fatores importantes nas escolhas de mercadorias. Empresas, investidores e consumidores passam a ver seus clientes como um agente social, cuja responsabilidade vai além da geração de empregos e impostos. Passando de agente passivo para ativo no que inclui o bem-estar da sociedade como um todo.
| Entre as premissas do Comércio Solidário estão: |
- Pagamento de preço justo pela produção;
- Geração de trabalho e renda;
- Garantia de relações de trabalho democráticas;
- Gestão com finalidade de auto-sustentabilidade;
- Preservação do meio-ambiente;
- Transparência e prestação de contas;
- Capacitação, relações de longo prazo e acesso a mercados. |
|
|
|
|
| PRÓXIMOS
EVENTOS |
ÁLBUM
DE FOTOS |
CARTÃO
VIRTUAL |
|
Não há eventos no momento.
|
|
|
|
|